Arquivo mensal abril 2010

Tudo depende da ação.

O iluminismo retornou ao homem, se é que ele tinha perdido isto, a criação de sua própria felicidade. Na antiguidade a felicidade dependia dos deuses. Eles proporcionavam alguém ser feliz ou não. Depois os deuses na terra. Os imperadores, reis, as igrejas organizadas. Eles que proporcionavam alguém ser feliz ou não. Após o iluminismo, o homem pegou esta responsabilidade para si: a felicidade, o sucesso, em minha vida depende de mim, de minhas ações e parou, teoricamente, de colocar a culpa nos outros, no tempo, nos governos. Parou , teoricamente, de esperar que o tempo o deixe feliz, que os governos lhe proporcionem felicidade ou parte dela.

Sendo assim, embora se dependa do status quo para uma regular tranqüilidade: segurança, por exemplo, que vem de uma boa educação, rede de saúde que muito depende dos governos instalados.

Tudo depende da ação de cada um para atingir o nível de felicidade, do happiness que você deseja. Do inglês, happen, acontecer. Então, não fazer acontecer, estar sem ação é sentar na frente da televisão todos os dias, por anos, porque você tem medo de estar vivo e de correr riscos expressando seu ser. Você pode ter muitas idéias em sua cabeça, porém o que faz a diferença é a ação.

Comprometa-se a fazer sempre o melhor. Não pelo salário, pelo reconhecimento dos outros. Faça o melhor porque você se sente bem com isto. Comprometendo-se em todas as circunstancias, fazer o melhor, dar o melhor de si, gera o sentimento de realização, satisfação, felicidade. Mesmo doente, com gripe, cansado, seu entusiasmo e vontade não será o mesmo, mas mesmo assim, comprometa-se a fazer o melhor.

Fazer o melhor deve tornar-se um hábito. Hoje vou fazer o melhor porque eu sempre faço e dou o melhor de mim. Deve ser um ritual. Faca a escolha de fazer este ritual, de fazer sempre o melhor.

Um provérbio japonês para encerrar: É fácil abrir uma loja, o mais difícil é mantê-la aberta.

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Ruas da Vida.

Andando pelas ruas desta enorme cidade que é o planeta, vejo pessoas com mais idade, mais jovens, caminhando com pressa, sem pressa, de mãos dadas, olhando para cima, pedindo informações, cabisbaixas, com mala na mão, com telefone na mão, puxando mala de rodinhas. Vejo pessoas sentadas nos bancos, sozinhas, acompanhadas, com crianças, alimentado os pombos, olhando as fontes de água.

Andando pelas ruas da vida, vejo pessoas com rugas, com cabelos coloridos, com roupas diferentes, com sorriso na boca, falando sozinhas. Vejo pessoas nervosas, chorando, discutindo.

Andando pelas ruas da vida em terras distantes, vejo pessoas entrando no ônibus, no táxi, descendo escadas em estações de metrô. Vejo pessoas indo aos bandos de malas em direção ao aeroporto. Vejo pessoas descansando em bancos no aeroporto, dormindo em bancos de aeroporto, dormindo no chão do aeroporto. Vejo pessoas cantando em estações de Metrô, tocando musicas em estações de metrô alegrando as pessoas que passam em troca de uma moeda ou de nenhuma.

Andando pelas ruas da vida vejo prédios antigos, muito antigos, da época dos que vieram séculos antes de nós, todos de pedras uniformes, parecem feitos para serem uma obra de arte. Vejo prédios novos, todos de vidro refletindo o sol e que não cabem na máquina de tirar foto.

Andando pelas ruas da vida, imagino que por este mesmo lugar muitos já passaram que já voltaram. Hoje eu estou passando por aqui. Um dia vou voltar também.

Andando pelas ruas da vida percebo que o mundo é diferente em cada rua que passo. Que o mundo é diferente a cada vez que passo pela mesma rua, mesmo sem me dar conta. Andando pelas ruas da vida, sem conhecer ninguém, mas rodeado de gente, percebo que somos um, todos interligados, sem saber disto.

Andando pelas ruas da vida, percebo que o Barco passa, mas o rio fica.

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Valência.

Valência.

No vale do Caí é uma espécie de Laranja. Na Espanha uma cidade costeira. Fundada pelos Romanos em 138 a.C. Hoje a terceira cidade em população da Espanha. Após duas repúblicas, duas monarquias, uma ditadura, de Franco que aliado a Hitler e Mussolini foi o pior de tudo, voltou à estabilidade e ao progresso econômico. Com a entrada para a Comunidade Européia através do Euro, mais progresso. Atualmente lutando para se afastar da crise, provocada pela crise financeira mundial provocada pelos americanos.

A cidade, um misto de ultra moderno com o antigo. Igrejas, museus, ruínas da época dos Romanos. A cidade de ciências e artes, que atrai pessoas do mundo todo, o mais moderno possível.

Por séculos, a cidade sofria periodicamente com enchentes por causa do rio que passava no meio da cidade, ou melhor, a cidade foi construída as margens do rio. O tribunal das águas, que ainda existe hoje e tem mais de mil anos, decidiu mudar o curso do rio e assim foi feito. Hoje, no leito do rio existe um enorme parque, ao longo de todo o antigo percurso.

O governo queria construir uma auto estrada. A população reagiu e durante a noite, em mutirão plantaram árvores. O governo cedeu e foi decidido que no local haveria um parque que hoje é atração e de muita utilidade para o público.

Mesmo sendo uma cidade grande, o comércio não funciona aos domingos e aos sábados, a grande maioria das lojas, somente pela manhã. Os trens são pontuais como os relógios. A limpeza da cidade impressiona. O prédio da prefeitura, dos correios, na praça central, é uma obra de arte.

Na virada do ano, nos últimos doze segundos, diz a tradição e assim o fazem, deve-se comer doze uvas, para ter sorte nos próximos doze meses.

Um provérbio persa para encerrar: Acredita se quiseres que as montanhas e os leitos dos rios mudam de lugar, mas não acredites que os homens possam mudar de caráter.

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Fátima- Portugal

Os de origem familiar Cristã, certamente lembram-se da imagem das três crianças que tiveram a visão de nossa senhora. Francisco, Jacinta e Lúcia. A Irmã Lucia viveu ate 2005 chegando aos 98 anos. Fácil de chegar. Uma hora e meia de ônibus de Lisboa. Tem ônibus de hora em hora. Da Rodoviária de Fátima, se vai a pé até o Santuário.

Visitei o Santuário recentemente e constatei a grandeza da obra, transformado em centro de peregrinação. Os últimos papas tiveram muita afinidade com este fato. O Papa João Paulo II, especialmente, por causa da tentativa de assassinato, cujo salvamento ele atribui a nossa senhora de Fátima. A materialidade desta crença esta no museu junto a Basílica, onde a bala que atingiu o corpo do papa na época, esta junto a uma coroa que foi presenteada a nossa senhora.

Objetos de ouro e outras relíquias, de diversos países estão neste museu, demonstrando a fé e também a crença, como a necessidade do ser humano em acreditar em fatos, acontecimentos ou mesmo crenças que o remetem a ter alívios para suas angustias, problemas, pecados ou mesmo para ter a quem solicitar algo para sua vida terrestre.

Assisti uma missa e vi vários fieis, se locomovendo de joelhos, mesmo com chuva, dando nítida demonstração de estarem pagando algo, com o seu sofrimento. É comovente, emocionante a fé demonstrada. Em resumo, a mensagem do Anjo que apareceu aos pastorinhos: viver de fé, viver de esperança, viver de amor. Para saber mais, pesquise Nossa Senhora de Fátima na internet.

Um provérbio Persa para encerrar: O mundo é um eco que repete o que ouve: fala bem dos outros, se queres que falem bem de ti.

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Lisboa-Portugal.

Aqui também se fala português. Um português diferente de Montenegro, mais cantado, com sotaque de primeiro mundo. Aqui tudo é antigo, pela idade, mas também moderno. A crise financeira mundial chegou aqui e ainda esta aqui mais forte. O mercado interno é menor comparado ao Brasil. O país é muito menor em tudo.

Se as três Caravelas, cujas réplicas estão na Bahia, em Porto Seguro, levaram muito tempo para chegar aqui, talvez até por força dos ventos ou cálculos equivocados, hoje este caminho de faz com os navios do ar, em algumas horas sem errar o porto de chegada.

O que chama atenção é a limpeza nas ruas, parques, metrô, terminal rodoviário. Também a facilidade de locomoção ou usando o metrô, os comboios (trens) ou ônibus.

O símbolo de Portugal e um Galo. A lenda surgiu no norte dos país. Um condenado, apelando inocência ao rei, disse que era tão inocente que o galo de lousa que estava sobre a mesa do rei cantaria. Dito e feito, o galo cantou antes da execução e o homem foi libertado.

Em 1755 houve um grande terremoto alterando a geografia e um rio surgiu com o movimento das terras. Marques de Pombal, então influente e poderoso com mão de ferro reestruturou o país. Declarou: Queimem os mortos, salvem os vivos e fechem as fronteiras. Sim, por causa da epidemia de doenças, para os vivos não morrerem também por doenças. Uma das medidas de reestruturação foi expulsar os Jesuítas, que com sua influência dominavam inclusive a política.

Voltar ao velho mundo, na terra daqueles que nos descobriram nos remete a reflexão que devemos também, como coletividade, como indivíduos, descobrir novos caminhos, novos meios de expressar nosso ser e ser cada vez mais feliz.

Um provérbio persa para encerrar: Ainda que levado a Meca, o burro de Jesus voltara burro.

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