Arquivo mensal abril 2007

A violência de nossos dias.

Recordo saudoso, os felizes dias, em que se podia dormir com as janelas abertas, das caminhadas despreocupadas, a qualquer hora do dia ou da noite. O que aconteceu com as crianças? Algumas se tornaram vítimas, outras criminosas. A quem culpar por tudo isto, que se abate, sobre a sociedade humana?

Os políticos culpam uns aos outros, os sociólogos culpam o sistema injusto, outros o governo, outros à polícia, muitos o Legislativo. Quem é inocente. Todos somos responsáveis. Sinto-me culpado. Presenciamos injustiças, barbáries como se não nos dissesse respeito. Parece que estamos vivendo tempos comparáveis as piores épocas da história conhecida, aqui agora, hoje.

Penso, salvo melhor juízo (gosto deste termo que os advogados usam para sempre ter a porta aberta para uma nova posição) que como integrantes da sociedade aparentemente organizada, temos uma imensa parcela de culpa, limitando-nos a participar desta sociedade, em igrejas, associações, clubes, bailes e pronto.

Gritemos. Basta, Atuemos de forma implacável contra tudo que atente contra o bem comum, contra o Direito, contra a ordem pública, contra os princípios constitucionais, contra os direitos do cidadão, contra a injustiça social.

Somos a maior parcela da sociedade, mas estamos acuados.

Tudo é uma questão de atitude.

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Aniversário do Brasil.

No dia 22 de abril de 2000, quando da festa dos 500 anos do descobrimento do Brasil, o então Presidente Fernando Henrique Cardoso, não chegou a ir a Coroa Vermelha, distrito da Cidade Santa Cruz Cabrália, limítrofe de Porto Seguro, na Bahia, por causa do conflito de Índios e os Sem terra. Motivo – não queriam (não sei quem) que os Índios participassem desta comemoração. Dá para entender.

Na placa e cruz erigida para comemoração, está escrito que o Presidente esteve presente, mas não esteve e não os dizeres não foram alterados. O Presidente de Portugal, sim marcou presença.

Ao visitar o local para ter uma aula de história ao vivo pelos guias mirins, descendentes de índios, Patajós se consegue visualizar a saga destes desbravadores e homens corajosos, independentes da exploração que ocorreu após.

No museu do Índio, em Coroa Vermelha, lê-se: Jean de Léry incluiu em seus relatos de viagem realizada em 1557 um diálogo com um Índio, a respeito do grande interesse demonstrado pelos portugueses na retirada do Pau-Brasil. ¨Porque vindes vós outros buscar lenha de tão longe para vos aquecer? Não tendes madeira em vossa terra. A resposta: Não a usamos para queimar para dela extraímos tinta. E o Índio: Por ventura precisais muito? Nova Resposta: Sim, e comerciantes acumulam a madeira para posterior uso. E o índio, surpreso com o desejo de acumulação: Mas esse homem tão rico de que falas não morre?

O choque de visão entre o nativo e o europeu é o ponto. Os nativos viviam do que a terra lhes dava. Atualmente tiramos tudo da terra e a destruímos, aos pouquinhos.

O homem branco precisa voltar e aprender algumas lições com os índios, quer dizer, reaprender.

Pense sobre isto e programe uma viagem para o lugar onde o Brasil nasceu.

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