Arquivo mensal outubro 2004

Aprender para a vida

É o que as escolas deveriam fazer mais. Ensinar para a vida e não ensinar pelo conhecimento. O objetivo das escolas certamente é este, mas presos aos programas, muito conhecimento é passado e conseqüentemente muito tempo é perdido com assuntos que não terão utilidade prática na vida adulta para o sucesso material e espiritual.

Sempre me lembro da Fórmula de Bhaskara. Eu a escrevia na mão porque me recusava a decorar e sempre questionava onde eu iria aplicar, uma vez que eu não ia para uma área de ciências exatas? Resposta: faz parte do currículo, imagine alguém lhe perguntar o que é a Fórmula de Bhaskara e você não saber ou nunca ter ouvido falar? Não sei como cheguei até aqui sem ter estudado este assunto com profundidade.

A analogia dos pedreiros onde um responde que está levantando uma parede, o outro uma casa e o último diz: estou ajudando a construir a Catedral de Notre Dame. Este sabia o que estava fazendo. Não era escravo de si, poderia até ser do sistema, mas individualmente era realizado como pessoa na área profissional. Aprendeu para a vida.

Passando rapidamente pelo ensino público. Se nossa bisavó entrasse na cozinha hoje, certamente não saberia como fazer uma cuca. Seriam muitos botões e mecanismos, massas prontas com instruções diversas. Se esta mesma bisavó entrasse numa sala de aula, do ensino público, ela se sentiria muito à vontade. Professor, quadro verde, giz, classes, cadeiras, alunos e se desse a casualidade de pegar uma aula de matemática, veria a Fórmula de Bhaskara sendo ensinada.

Os babilônios, que eram espertos em finanças, ensinaram os banqueiros. Eles estão ricos. Hoje, nas escolas, não se ensina como lidar com dinheiro, como poupar, porque poupar.

Então ensine os teus para a vida, ao menos neste ponto, ensine-os a poupar e não gastar tudo em cartões pré-pagos de celular.

A atitude é questionar e saber o porquê de tudo. Mesmo depois de adulto e ensinar através do exemplo próprio.

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Disciplina nas finanças

Eu acredito que Finanças é um assunto comportamental, tanto na empresa como em nível de pessoa física. Em todos os setores, sempre há empresas indo bem e outras indo mal, independentemente do ciclo econômico. A gestão interna, o cuidado com as finanças é o diferencial.

Em 2003, no mês de agosto, a revista Exame trouxe uma reportagem de capa intitulada ‘Como quebrar uma empresa?’. Surpreendentemente, a matéria focou o perfil comportamental dos dirigentes. Em nível de pessoa física, quanta gente ganha bem e assim mesma anda mal financeiramente, usando cheque especial, cartões de crédito, financeiras.

Se você como pessoa física, se você como empresário levar em conta que o desempenho empresarial e pessoal tem mais a ver com filosofia do que técnicas, a probabilidade de sucesso aumenta consideravelmente. Por que e para que fazer as coisas é mais importante de como (técnicas).

Um exemplo de longe: O ‘just in time’ é uma ferramenta de gestão de estoque. Certo? No Japão é uma filosofia de redução de desperdício. Percebeu?

Não é quanto se ganha que determina sua riqueza, mas sim quanto e como se gasta e principalmente quanto se poupa por mês para aplicar em algum investimento que se adapte ao seu perfil. Da mesma forma na empresa, o faturamento é sem dúvida importante, mas a gestão das despesas, das saídas e também a poupança interna são o diferencial.

Portanto, a atitude é colocar filosofia em suas finanças. Pergunte a você, aos que trabalham em sua equipe, por quê? E depois veja o como.

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Sempre é hora de apostar

Podemos apostar no provisório ou no definitivo. Provisório é aquilo que passa, tem tempo limitado, se exaure em pouco tempo, é acidental. Definitivo perdura no tempo, vai comigo até o fim da vida, são valores que definem meu ser.

O sujeito chega à meia idade, ou um pouco além e se sente vazio. Sem amigos, família dispersa. Está aposentado e sente que falta algo. Analisa e concluiu que deu toda sua vida ao trabalho. Horas extras, viagens, reuniões, jantares, coquetéis. A multinacional lhe exigia o sangue, afinal as ações devem continuar subindo. A competição no ambiente corporativo é cruel. Ele era diretor. Resolveu matar a saudade e visitar a empresa.

Na recepção: Sim, o que era para o Senhor? Eu era Diretor, vim visitar. Ah, pois não. Recebeu um crachá de visitante. Passou nos setores onde trabalhava. Oi, você por aqui, como vai a vida. Sentiu frieza. Foi embora e concluiu. Eu era importante quando era diretor, agora não sou mais nada.

Apostei demais no provisório. Eu deveria ter equilibrado o jogo e ter apostado também, ou até mais no definitivo. Não apostei no relacionamento com minha família, ou muito pouco. Não apostei em estar junto com meus filhos enquanto cresciam. Não apostei na minha saúde, no meu eu interior, na minha espiritualidade, nos meus amigos.

Apostei todas as minhas fichas no trabalho, que sabemos ser importante, mas é provisório.

Sempre é hora de apostar e recomeçar a apostar em valores perenes, definitivos, como ética, moral elevada, família, saúde, em você. Afinal o eu, e a família são a base para o trabalho ser gratificante e não o contrário. Não se deixe vender pelo provisório para não ter a sensação de vazio no final.

A atitude é manter o equilíbrio e apostar mais fichas nos valores definitivos.

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Querida mãezinha

Foram 28.385 dias. O último foi no dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. Enquanto podia, diariamente freqüentava a missa. Após dificuldades de locomoção a impediram.

Eu brincava com ela: Lembra aquela missa que assistimos juntos no Domingo de Ramos, no Vaticano, com o Papa João Paulo II e diversos sacerdotes? Certamente esta missa valeu por todas as missas perdidas. E ela dizia: Sim, mas e tu? Bem, eu dizia, eu também considero esta missa para as minhas faltas, porque certamente foi uma cerimônia valiosa e riamos.

Uma oração que aprendi com ela foi o Anjo da Guarda. Uma canção que aprendi já no tempo de coroinha na Igreja da Harmonia:

Mãezinha do Céu, eu não sei rezar eu só sei dizer, quero te amar. Azul é teu véu, branco é teu manto. Mãezinha quero te ver lá no céu.

E disse na despedida em meu nome e meus irmãos, que lá no céu nos veremos, mas que neste particular tomara que demore muito.

A propósito, uma visita a Igreja de Harmonia, ex-distrito de Montenegro, vale muito a pena. Construída entre 1950 e 1954, está totalmente reformada, pintura nova. É um templo digno dos construtores das grandes catedrais. O padroeiro é São João de Nepomuceno.

Mãezinha querida vá e fique em paz.

A atitude é fazer tudo o que se pode em vida, e eu fiz.

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Babilônia

Este nome nos remete imediatamente aos jardins suspensos. Enormes, pomposos, assim como eram os palácios e toda a Babilônia. A Babilônia se tornou a cidade mais opulenta do mundo antigo porque seus cidadãos formavam o povo mais rico de sua época. Eles sabiam estimar o valor do dinheiro e praticavam princípios financeiros saudáveis na aquisição de dinheiro, na idéia de poupá-lo e de fazer suas economias produzir mais dinheiro ainda. Conseguiam para si mesmo o que todos nós hoje desejamos uma renda para o futuro.

Mas nem todos os cidadãos da Babilônia eram prósperos. Havia menos favorecidos em tal quantidade como existem hoje em quase todas as cidades. Portanto, a história vem se repetindo, sem cansar. A pergunta intrigante e que interessa ser analisada é: O que as pessoas que eram prósperas faziam de diferente das outras?

Dois senhores, um fabricante de carruagens e outro músico comentavam: Porque não conseguimos acumular ouro? Tudo o que ganhamos gastamos conosco, com nossas necessidades, com a família, esposa e filhos. E nós trabalhamos arduamente, diariamente. E o nosso colega, que é o homem mais rico da Babilônia, estudou conosco, brincávamos juntos e ele nunca foi muito bem nas notas na escola, o que ele fez e está fazendo diferente de nós? Chegaram à conclusão que deveriam ir perguntar a ele.

Ao se encontrarem, recordaram façanhas da infância e adolescência. Perguntaram ao seu amigo próspero o que ele fez e está fazendo porque uma grande dúvida os afligia: Não estão seguindo nossos filhos, os filhos dos nossos filhos seguindo o caminho dos pais? Tem cabimento que eles e suas famílias, e os seus filhos e as famílias de seus filhos, passem a vida inteira no meio de tanta riqueza, e apesar de ela estar aí em abundância, contentem-se exatamente como nós, com um celular na cintura e gastando todas as economias?

Ele, o amigo mais rico da Babilônia disse a eles o que fez e o que está fazendo e os aconselhou também a fazer e ensinar a seus filhos. Ele, obviamente, havia adquirido o direito de dizer isto, de dar este conselho. Em tom lento e enérgico disse: Achei o caminho para a riqueza quando decidi que conservaria comigo uma parte de tudo o que ganhasse.

Nada mais falso. Se paga todas as contas, telefone, água, aluguel, roupas, comida e não se paga a si mesmo. Idiota, está–se trabalhando para os outros.

Uma parte de tudo o que ganha pertence exclusivamente a você. Digamos dez por cento. Uma décima parte. Mesmo nas ocasiões em que tenha recebido pouco. Pague a si mesmo primeiro. A riqueza, como uma árvore, cresce de uma simples semente. Quando mais cedo plantá-la, mais cedo crescerá e dará frutos. E quanto mais fielmente alimentar e regar essa árvore com economias constantes, logo chegará o dia em que poderá abrigar-se embaixo de sua sombra.

A atitude e a regra é pagar a si em primeiro lugar, poupando este valor e após acumular, empregá-lo com inteligência.

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